Dia 03 de outubro às 17h30 na Faculdade de Direito de Buenos Aires se reuniu a convenção da repartição América Meridional do Partido Democratico. Precedentemente haviam ocorrido os Congressos de Círculo em todos os países da repartição.
Estavam presentes 42 delegados dos círculos, os 6 delegados da comissão de garantia, e o deputado Fabio Porta, representando o Comitê Nacional. Andrea Lanzi é eleito, unanimemente, presidente do Congresso e lê o relatório dos congressos de círculo a todos os presentes.
Porta, abre os debates pedindo um minuto de silêncio pelos mortos de Messina e fala sobre o partido no território, depois é seguido pela manifestação dos demais delegados presentes.
É afirmada a necessidade de um grande esforço para as eleições primárias de 25 de outubro que elegerão os 12 membros da circunscrição para a assembléia nacional.
Se apresentam como candidatos a delegados para a convenção de Roma de 11 de outubro, Francesco Rotundo, Renata Bueno, Hernan Paez e Pierina Scarpitta, para a lista Bersani, e Aldo Colla, para a lista Franceschini.
A lista Bersani recebe 38 votos e a lista Franceschini 4 votos, tendo sido eleitos portanto os 4 candidatos da lista Bersani.
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8 de outubro de 2009
22 de setembro de 2009
Onde andam os candidatos “brasileiros” da lista "Associações Italianas na América do Sul"?
Hoje um é réu na fraude que lesou em milhões o parlamento do Rio Grande do Sul, e o outro que depois das eleições eclipsou-se do cenário local onde andará?
Veja a matéria traduzida diretamente do jornal “Repubblica”:
http://roma.repubblica.it/dettaglio/andrini-mi-massacro-alemanno-ci-ripensi/1709573
Nomeado pelo prefeito de Roma, Alemanno, como administrador da Ama Servizi Ambientali.
Indignação das vítimas do raid neofascista.
Pedido de explicações do PD.
E a manifestação do prefeito: "Já se reabilitou"
«Esta nomeação é uma gozação para mim e para todos: reenviem à casa os "ex" nazistas como Andrini». Vinte anos atrás, em 1989, Giannunzio Trovato estava «extendido na entrada do cinema Capranica com vários jovens que seguiam batendo nele», como contou uma testemunha no interrogatório do processo que condenou Stefano Andrini a 4 anos e 8 meses por tentiva de homicídio. Não é suficiente, a indignação pela nomeação de Andrini como administrador da Ama Servizi Ambientali.
Aquele sentimento expressado ontem por Andrea Sesti, a outra vítima que também acabou no hospital com o crânio fraturado pela “violência e a repetição dos golpes” que provocaram a perda de massa cerebral, não é suficiente: “A indignação – diz – é um sentimento bom para uma nota. E o choro da vítima me horroriza tanto quanto o poder de quem a constringe a permanecer como tal. Estou furioso, isto sim. A raiva dura uma vida, se transforma e se adapta às situações, mas não deixa esquecer. Andrini tem um curriculum de arrepiar».
Trovato, que hoje è operador de um centro de deficientes, pede uma reação forte: «É uma ocasião para levantar um coro de indignados “vade retro” de uma esquerda desorientada. Estas pessoas, este governo... nos o quisemos com as nossas escolhas e com os nossos medos. Recomecemos nós mesmos, só assim mandaremos para casa os "ex" nazistas como Andrini e os ex fascistas como o prefeito Alemanno».
E segue crescendo a onda de protestos pela nomeação de prestígio do ex naziskin, preso também por uma agressão em 1994 e encontrado com uma pistola e um soco inglês em casa. Ele è bem conhecido pela divisão de Investigações Gerais e Operações Especiais da Polícia Italiana: num informativo de 2007 ela cita-o como autor do site dos Irredutíveis definindo-o «o conhecido Stefano Andrini, connhecido pela sua presença e militância nos grupos de extremissima direita».
Umberto Marroni, do PD, pede a intervenção de Alemanno: «Se mobilize para a revogação de uma nomeação inoportuna e inadeguada». Mas de Lourdes o prefeito responde: «Não me cabe, seria ilegítimo. Existe a autonomia do CDA da Ama, e não esiste motivos concretos para fazê-lo. Andrini reabilitou-se amplamente. Pedi explicações, mas eles deram e eu estou ciente. Panzironi me disse que nestes meses demonstrou uma grande eficiência gerencial».
(La Repubblica, 03 de setembro de 2009)
Veja também:
http://www.emigrazione-notizie.org/news.asp?id=4591 de 15 de março de 2008
O senador italo argentino candidata o neofascista Stefano Andrini, condenado em 1989
Volta aos velhos amores, Luigi Pallaro, «o homem vertical», o velho amigo de Mirko Tremaglia. Sem freios, depois de se libertar da ala mais progressista liderada pelo seu ex companheiro de chapa em 2006 Ricardo Merlo que hoje corre sozinho numa competição com o centro esquerda, o potente líder do empresariado italo-argentino apresenta na sua chapa uma dupla arrepiante: Stefano Andrini e Adriano Bonaspetti, almas negras de Porto Alegre, Brasil. Nos sites destes indicam votar no primeiro para a Câmara e no segundo para o Senado.
Adriano Bonaspetti, 73 anni, na América do Sul è também chamado de «Malaspetti». Presidente do Comites (Comite dos Italianos Residentes no Exterior) local, está sendo investigado no estado do Rio Grande do Sul por fraude, tendo sido acusado de obter com a juda de um cumplice selos adquiriso pelo parlamento brasileiro par uso exclusivamente interno, e tê-los usado durante a campanha eleitoral de 2006.
Mas é Stefano Andrini a figura mais negra com um curriculum que se caracteriza pela permanência nos últimos 20 anos com a extrema direita italiana. Finge-se de defensor dos italianos no exterior tendo a dupla cidadania – casou-se com uma brasileira – mesmo que passe a maior parte do tempo em Roma. Pallaro é um meio para chegar ao parlamento.
Andrini inicia cedo sua atividade política, acompanhado do gêmeo Germano. Na metade dos anos 80, jovens, fazem saltar um coletivo - e nome di uma transmissão da Rádio Onda Vermelha – próxima aos estudantes da Autonomia Operária. São afastados, como recorda um “companheiro”, “pela violência excessiva e pela ambiguidade». Desde 1988 os gêmeos começam a frequentar o recèm nascido movimento skinhead de extrema direita que redescobre os ideais nazistas. A polícia no mesmo ano assinala uma passagem deles na cidadezinha alemã de Wunsiedel, durante uma comemoração para Rudolf Hess, delfim do Hitler. Em Roma frequentam os naziskin da Piazza di Spagna e as agressões a migrantes e «zecche» se tornam rotina. Aos 10 de junho de 1989 exageram: junto a outros agridem fora do cinema Capranica com barras de ferro dois jovens, Andrea Sesti (que entrará em coma) e Giannunzio Trovato.
Identificados, os Andrini são imediatamente denunciados, mas durante o processo judiciário, conseguem deixar a aitália e ir para a Suécia. São deportados depois de 3 meses e condenados à 4 anos e 8 meses por tentativa de homicídio e lesões graves. Entre a condicional e a pena, ficam pouco tempo na prisão. Depois de sair o comportamento deles não muda. Se aproximam primeiro da facção skin do Movimento político, grupo fundado por Maurizio Boccacci, e depois militam na Alternativa Nazional Popular de Stefano Delle Chiaie, a direita elitista. Dizem que neste últimos Stefano Andrini também tenha “visitado” a Croácia para apoiar os «nacionalistas» Ustasha. Em 1994 torna-se chefe de redação do jornal de Della Chiaie «Spina nel Fianco», não parando nunca de promover os confrontos. No mesmo ano, de fato, com Germano ataca a pedradas uma iniziativa universitária dos grupos de esquerda. Os gêmeos são denunciados por violência e durante a revista da casa destes a polícia encontra uma pistola calibre 22 e material louvando o fascismo. Daquele momento em diante desaparecem da cena política. Por outro lado se atenua a atividade de toda a extrema direita.
Stefano Andrini reaparece em 2000 junto a Tremaglia, trabalha com ele até 2006. É uma "outra pessoa", mas só até certo ponto. O site dos “ultras de direita” da Lazio “Irriducibili” esta no nome de Stefano e este foi membro da polisportiva romana Luditur, que è conhecida como time fascista romano. Enfim, se tivesse sido eleito seria um neofascista a mais no Parlamento.
Veja a matéria traduzida diretamente do jornal “Repubblica”:
http://roma.repubblica.it/dettaglio/andrini-mi-massacro-alemanno-ci-ripensi/1709573
Nomeado pelo prefeito de Roma, Alemanno, como administrador da Ama Servizi Ambientali.
Indignação das vítimas do raid neofascista.
Pedido de explicações do PD.
E a manifestação do prefeito: "Já se reabilitou"
«Esta nomeação é uma gozação para mim e para todos: reenviem à casa os "ex" nazistas como Andrini». Vinte anos atrás, em 1989, Giannunzio Trovato estava «extendido na entrada do cinema Capranica com vários jovens que seguiam batendo nele», como contou uma testemunha no interrogatório do processo que condenou Stefano Andrini a 4 anos e 8 meses por tentiva de homicídio. Não é suficiente, a indignação pela nomeação de Andrini como administrador da Ama Servizi Ambientali.
Aquele sentimento expressado ontem por Andrea Sesti, a outra vítima que também acabou no hospital com o crânio fraturado pela “violência e a repetição dos golpes” que provocaram a perda de massa cerebral, não é suficiente: “A indignação – diz – é um sentimento bom para uma nota. E o choro da vítima me horroriza tanto quanto o poder de quem a constringe a permanecer como tal. Estou furioso, isto sim. A raiva dura uma vida, se transforma e se adapta às situações, mas não deixa esquecer. Andrini tem um curriculum de arrepiar».
Trovato, que hoje è operador de um centro de deficientes, pede uma reação forte: «É uma ocasião para levantar um coro de indignados “vade retro” de uma esquerda desorientada. Estas pessoas, este governo... nos o quisemos com as nossas escolhas e com os nossos medos. Recomecemos nós mesmos, só assim mandaremos para casa os "ex" nazistas como Andrini e os ex fascistas como o prefeito Alemanno».
E segue crescendo a onda de protestos pela nomeação de prestígio do ex naziskin, preso também por uma agressão em 1994 e encontrado com uma pistola e um soco inglês em casa. Ele è bem conhecido pela divisão de Investigações Gerais e Operações Especiais da Polícia Italiana: num informativo de 2007 ela cita-o como autor do site dos Irredutíveis definindo-o «o conhecido Stefano Andrini, connhecido pela sua presença e militância nos grupos de extremissima direita».
Umberto Marroni, do PD, pede a intervenção de Alemanno: «Se mobilize para a revogação de uma nomeação inoportuna e inadeguada». Mas de Lourdes o prefeito responde: «Não me cabe, seria ilegítimo. Existe a autonomia do CDA da Ama, e não esiste motivos concretos para fazê-lo. Andrini reabilitou-se amplamente. Pedi explicações, mas eles deram e eu estou ciente. Panzironi me disse que nestes meses demonstrou uma grande eficiência gerencial».
(La Repubblica, 03 de setembro de 2009)
Veja também:
http://www.emigrazione-notizie.org/news.asp?id=4591 de 15 de março de 2008
O senador italo argentino candidata o neofascista Stefano Andrini, condenado em 1989
Volta aos velhos amores, Luigi Pallaro, «o homem vertical», o velho amigo de Mirko Tremaglia. Sem freios, depois de se libertar da ala mais progressista liderada pelo seu ex companheiro de chapa em 2006 Ricardo Merlo que hoje corre sozinho numa competição com o centro esquerda, o potente líder do empresariado italo-argentino apresenta na sua chapa uma dupla arrepiante: Stefano Andrini e Adriano Bonaspetti, almas negras de Porto Alegre, Brasil. Nos sites destes indicam votar no primeiro para a Câmara e no segundo para o Senado.
Adriano Bonaspetti, 73 anni, na América do Sul è também chamado de «Malaspetti». Presidente do Comites (Comite dos Italianos Residentes no Exterior) local, está sendo investigado no estado do Rio Grande do Sul por fraude, tendo sido acusado de obter com a juda de um cumplice selos adquiriso pelo parlamento brasileiro par uso exclusivamente interno, e tê-los usado durante a campanha eleitoral de 2006.
Mas é Stefano Andrini a figura mais negra com um curriculum que se caracteriza pela permanência nos últimos 20 anos com a extrema direita italiana. Finge-se de defensor dos italianos no exterior tendo a dupla cidadania – casou-se com uma brasileira – mesmo que passe a maior parte do tempo em Roma. Pallaro é um meio para chegar ao parlamento.
Andrini inicia cedo sua atividade política, acompanhado do gêmeo Germano. Na metade dos anos 80, jovens, fazem saltar um coletivo - e nome di uma transmissão da Rádio Onda Vermelha – próxima aos estudantes da Autonomia Operária. São afastados, como recorda um “companheiro”, “pela violência excessiva e pela ambiguidade». Desde 1988 os gêmeos começam a frequentar o recèm nascido movimento skinhead de extrema direita que redescobre os ideais nazistas. A polícia no mesmo ano assinala uma passagem deles na cidadezinha alemã de Wunsiedel, durante uma comemoração para Rudolf Hess, delfim do Hitler. Em Roma frequentam os naziskin da Piazza di Spagna e as agressões a migrantes e «zecche» se tornam rotina. Aos 10 de junho de 1989 exageram: junto a outros agridem fora do cinema Capranica com barras de ferro dois jovens, Andrea Sesti (que entrará em coma) e Giannunzio Trovato.
Identificados, os Andrini são imediatamente denunciados, mas durante o processo judiciário, conseguem deixar a aitália e ir para a Suécia. São deportados depois de 3 meses e condenados à 4 anos e 8 meses por tentativa de homicídio e lesões graves. Entre a condicional e a pena, ficam pouco tempo na prisão. Depois de sair o comportamento deles não muda. Se aproximam primeiro da facção skin do Movimento político, grupo fundado por Maurizio Boccacci, e depois militam na Alternativa Nazional Popular de Stefano Delle Chiaie, a direita elitista. Dizem que neste últimos Stefano Andrini também tenha “visitado” a Croácia para apoiar os «nacionalistas» Ustasha. Em 1994 torna-se chefe de redação do jornal de Della Chiaie «Spina nel Fianco», não parando nunca de promover os confrontos. No mesmo ano, de fato, com Germano ataca a pedradas uma iniziativa universitária dos grupos de esquerda. Os gêmeos são denunciados por violência e durante a revista da casa destes a polícia encontra uma pistola calibre 22 e material louvando o fascismo. Daquele momento em diante desaparecem da cena política. Por outro lado se atenua a atividade de toda a extrema direita.
Stefano Andrini reaparece em 2000 junto a Tremaglia, trabalha com ele até 2006. É uma "outra pessoa", mas só até certo ponto. O site dos “ultras de direita” da Lazio “Irriducibili” esta no nome de Stefano e este foi membro da polisportiva romana Luditur, que è conhecida como time fascista romano. Enfim, se tivesse sido eleito seria um neofascista a mais no Parlamento.
9 de setembro de 2009
Congresso do Circolo PD Porto Alegre
Buscando avançar no processo de construção da representação do Partido Democrático junto a comunidade italiana no exterior, e em especial à comunidade italiana da circunscrição do Rio Grande do Sul, o Circolo PD Porto Alegre está convocando a comunidade local para sua assembléia:
Data: 11 de setembro de 2009, sexta-feira
Local: Assembléia Legislativa do RS, sala Alberto Pasqualini, 4º andar.
Horário: das 12 às 14 horas.
A reunião contará com a presença do deputado Fábio Porta e da comissão de garantia.
Durante a mesma serão apresentadas as propostas dos candidatos Pierluigi Bersani, Dario Franceschini e Ignazio Marino, à Secretário Geral do Partido.
Na mesma data, depois de debater as propostas, deverão ser eleitos os delegados para o Congresso de Repartição (América Latina)entre os sócios do círculo.
Data: 11 de setembro de 2009, sexta-feira
Local: Assembléia Legislativa do RS, sala Alberto Pasqualini, 4º andar.
Horário: das 12 às 14 horas.
A reunião contará com a presença do deputado Fábio Porta e da comissão de garantia.
Durante a mesma serão apresentadas as propostas dos candidatos Pierluigi Bersani, Dario Franceschini e Ignazio Marino, à Secretário Geral do Partido.
Na mesma data, depois de debater as propostas, deverão ser eleitos os delegados para o Congresso de Repartição (América Latina)entre os sócios do círculo.
24 de agosto de 2009
TRF confirma: O Presidente do Comitê dos Italianos do RS, Adriano Bonaspetti é réu na "Fraude dos Selos"
O Presidente do Comitê dos Italianos no Exterior do RS, Adriano Bonaspetti, o Conselheiro, Francisco Morelli, e dois organizadores da campanha eleitoral de Bonaspetti ao parlamento italiano, Santa Izabel Paludo e Sérgio Jaeger Júnior, são réus na "Fraude dos Selos".
A 4ª Seção do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, decidiu, sexta-feira última, aceitar as denúncias criminais contra Macalão e outros 11 envolvidos na fraude que lesou a Assembleia Legislativa do RS em pelo menos R$3 milhões.
O ex-diretor da Assembleia Ubirajara Macalão responderá por crime contra a Administração Pública, falsa identidade, peculato, omissão e falsificação de documento público. Além dele são réus:
-Adriano Bonaspetti (peculato)
-Claiton Costa Alves (formação de quadrilha, falsidade ideológica e peculato)
-Francisco Morelli (peculato)
-Kalil Sehbe (peculato)
-Mauro Rocha da Silva (formação de quadrilha, falsidade ideológica)
-Paulo Brum (peculato)
-Paulo Bittencourt (formação de quadrilha, falsidade ideológica)
-Santa Izabel Paludo (peculato)
-Sérgio Jaeger Júnior (peculato)
-Silvio Luiz Ungaretti (peculato)
-Vilmar Scheffer (formação de quadrilha, falsidade ideológica, falsificação de documento público e peculato)
Além de lesar a Assembléia Legislativa do RS a fraude teve grande efeito na comunidade italiana do Rio Grande do Sul que, nas campanhas eleitorais para o Comitê dos Italianos no Exterior de 2004, Eleições ao Parlamento Italiano de 2006 e Eleições ao Parlamento Italiano de 2008, recebeu, com estes selos, ampla correspondência do cantidato e de seus apoiadores.
Importante salientar que o voto dos italianos no exterior é feito exclusivamente por correspondência, portanto, há muita relevância na estratégia das campanhas a facilitação do acesso a este meio de propaganda. Este é, sem dúvida, o item mais custoso das campanhas já que, a comunidade italiana, está disseminada em todo o interior do estado e está habituada a receber as comunicações por meio postal.
A 4ª Seção do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, decidiu, sexta-feira última, aceitar as denúncias criminais contra Macalão e outros 11 envolvidos na fraude que lesou a Assembleia Legislativa do RS em pelo menos R$3 milhões.
O ex-diretor da Assembleia Ubirajara Macalão responderá por crime contra a Administração Pública, falsa identidade, peculato, omissão e falsificação de documento público. Além dele são réus:
-Adriano Bonaspetti (peculato)
-Claiton Costa Alves (formação de quadrilha, falsidade ideológica e peculato)
-Francisco Morelli (peculato)
-Kalil Sehbe (peculato)
-Mauro Rocha da Silva (formação de quadrilha, falsidade ideológica)
-Paulo Brum (peculato)
-Paulo Bittencourt (formação de quadrilha, falsidade ideológica)
-Santa Izabel Paludo (peculato)
-Sérgio Jaeger Júnior (peculato)
-Silvio Luiz Ungaretti (peculato)
-Vilmar Scheffer (formação de quadrilha, falsidade ideológica, falsificação de documento público e peculato)
Além de lesar a Assembléia Legislativa do RS a fraude teve grande efeito na comunidade italiana do Rio Grande do Sul que, nas campanhas eleitorais para o Comitê dos Italianos no Exterior de 2004, Eleições ao Parlamento Italiano de 2006 e Eleições ao Parlamento Italiano de 2008, recebeu, com estes selos, ampla correspondência do cantidato e de seus apoiadores.
Importante salientar que o voto dos italianos no exterior é feito exclusivamente por correspondência, portanto, há muita relevância na estratégia das campanhas a facilitação do acesso a este meio de propaganda. Este é, sem dúvida, o item mais custoso das campanhas já que, a comunidade italiana, está disseminada em todo o interior do estado e está habituada a receber as comunicações por meio postal.
22 de agosto de 2009
O referendum sobre a lei eleitoral e seus três quesitos
08/06/2009
É muito importante enviar seu voto ao consulados até o dia 18 de junho de 2009 demonstrando seu interesse e a participação de nossa comunidade nos fatos políticos da República Italiana
Quesito 1: Prêmio de maioria para a lista mais votada na Câmera - Prêmio de maioria nacional para a Câmara dos Deputados: «Eleição da Câmara dos Deputados = Ab-rogação da possibilidade de coalizão entre listas e de atribuição de prêmio de maioria para uma coalizão de listas ». Este quesito pretende abolir as “coalizões”.Vence o prêmio de maioria – que garante 340 vagas, ou seja 54% – o partido (ou seja a “lista”) que obtém mais votos, participam da repartição das cadeiras as “listas” que obtém pelo menos 4% dos votos nacionais.
Quesito 2: Prêmio de maioria para a lista mais votada no Senado - Prêmio de maioria nacional para o Senado: «Eleição do Senado da República = Ab-rogação da possibilidade de coalizão entre listas e de atribuição de prêmio de maioria para uma coalizão de listas ». Este quesito pretende abolir as “coalizões”.Vence o prêmio de maioria – que garante 55% das vagas da região – o partido (ou seja a “lista”) que obtém mais votos, participam da repartição das cadeiras as “listas” que obtém pelo menos 8% dos votos regionais.
Quesito 3: Ab-rogação de candidaturas plurimas - A disciplina das candidaturas: «Eleição da Câmara dos Deputados = Ab-rogação da possibilidade de um mesmo candidato apresentar a própria candidatura em mais de uma circunscrição».
A respeito do quesito 3 não tenho dúvidas, sou a favor do SIM, realmente não é possível ter um candidato concorrendo em mais de uma circunscrição na mesma eleição.
Já sobre os dois primeiros quesitos, que tratam da ab-rogação do prêmio de maioria, ou seja, da Lei Calderoli aquela que tira dos eleitores a possibilidade de escolher os eleitos, tive que pensar muito para decidir.
Ao final concluí que votando SIM será possível, durante a obrigatória reforma que advirá, mudar esta lei errada e inaceitável e restituir aos italianos o direito de poder escolher os seus representantes.
Parece contraditório, mas, para mim, votar SIM não significará ser a favor da atual lei eleitoral. A pergunta que me fiz foi a seguinte: Deve ser ab-rogada a lei feita por Calderoli?
Bem, sem o SIM será impossível reformá-la, ou seja, introduzir idéias modernas como a do sistema proporcional alemão que favorece o pluralismo na política.
Claro que temo a volta da idade média na política italiana, com o Premier governante dominando de forma absolutista o Parlamento, mas, ao mesmo tempo, não vejo outra opção. O NÃO, em caso de quorum superior a 50% teria resultado vinculante e baseado em quesitos claramente antidemocraticos e a ABSTENÇÃO seria uma forma de postergar uma possível solução para a crise política italiana, portanto, não os considero opções válidas.
O que fazer? Refletir, buscar informações e tentar votar conscientemente.
É muito importante enviar seu voto ao consulados até o dia 18 de junho de 2009 demonstrando seu interesse e a participação de nossa comunidade nos fatos políticos da República Italiana.
É muito importante enviar seu voto ao consulados até o dia 18 de junho de 2009 demonstrando seu interesse e a participação de nossa comunidade nos fatos políticos da República Italiana
Quesito 1: Prêmio de maioria para a lista mais votada na Câmera - Prêmio de maioria nacional para a Câmara dos Deputados: «Eleição da Câmara dos Deputados = Ab-rogação da possibilidade de coalizão entre listas e de atribuição de prêmio de maioria para uma coalizão de listas ». Este quesito pretende abolir as “coalizões”.Vence o prêmio de maioria – que garante 340 vagas, ou seja 54% – o partido (ou seja a “lista”) que obtém mais votos, participam da repartição das cadeiras as “listas” que obtém pelo menos 4% dos votos nacionais.
Quesito 2: Prêmio de maioria para a lista mais votada no Senado - Prêmio de maioria nacional para o Senado: «Eleição do Senado da República = Ab-rogação da possibilidade de coalizão entre listas e de atribuição de prêmio de maioria para uma coalizão de listas ». Este quesito pretende abolir as “coalizões”.Vence o prêmio de maioria – que garante 55% das vagas da região – o partido (ou seja a “lista”) que obtém mais votos, participam da repartição das cadeiras as “listas” que obtém pelo menos 8% dos votos regionais.
Quesito 3: Ab-rogação de candidaturas plurimas - A disciplina das candidaturas: «Eleição da Câmara dos Deputados = Ab-rogação da possibilidade de um mesmo candidato apresentar a própria candidatura em mais de uma circunscrição».
A respeito do quesito 3 não tenho dúvidas, sou a favor do SIM, realmente não é possível ter um candidato concorrendo em mais de uma circunscrição na mesma eleição.
Já sobre os dois primeiros quesitos, que tratam da ab-rogação do prêmio de maioria, ou seja, da Lei Calderoli aquela que tira dos eleitores a possibilidade de escolher os eleitos, tive que pensar muito para decidir.
Ao final concluí que votando SIM será possível, durante a obrigatória reforma que advirá, mudar esta lei errada e inaceitável e restituir aos italianos o direito de poder escolher os seus representantes.
Parece contraditório, mas, para mim, votar SIM não significará ser a favor da atual lei eleitoral. A pergunta que me fiz foi a seguinte: Deve ser ab-rogada a lei feita por Calderoli?
Bem, sem o SIM será impossível reformá-la, ou seja, introduzir idéias modernas como a do sistema proporcional alemão que favorece o pluralismo na política.
Claro que temo a volta da idade média na política italiana, com o Premier governante dominando de forma absolutista o Parlamento, mas, ao mesmo tempo, não vejo outra opção. O NÃO, em caso de quorum superior a 50% teria resultado vinculante e baseado em quesitos claramente antidemocraticos e a ABSTENÇÃO seria uma forma de postergar uma possível solução para a crise política italiana, portanto, não os considero opções válidas.
O que fazer? Refletir, buscar informações e tentar votar conscientemente.
É muito importante enviar seu voto ao consulados até o dia 18 de junho de 2009 demonstrando seu interesse e a participação de nossa comunidade nos fatos políticos da República Italiana.
21 de abril de 2008
AS ELEIÇÕES - RESULTADO PARCIAL
Dia 16/04/08 o ministério do Exterior divulgou extra-oficialmente o nome dos possíveis eleitos, ainda dependendo de confirmação. Até o momento os resultados são:
América Meridional: Fabio Porta (PD) - único candidato eleito que é residente no Brasil -, Ricardo Merlo (Maie) e Giuseppe Angeli (Pdl), deputados e Esteban Juan Caseli (Pdl) e Mirella Giai (Maie), senadores.
Europa: Laura Garavini, Franco Narducci e Giovanni Farina (Pd), Aldo Di Biagio e Guglielmo Picchi (Pdl) e Antonio Razzi (Idv), deputados e Claudio Micheloni (Pd) e Nicola Paolo Di Girolamo (Pdl), senadores.
América Sententrional e Central: Gino Bucchino (Pd) e Amato Berardi, deputados e Basílio Giordano (Pdl), senador.
África, Ásia, Oceania e Antáritida: Marco Fedi, deputado e Nino Randazzo (Pd), senador.
Na Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Perú e Venezuela o escrutínio já è definitivo mas na ARGENTINA ainda faltam 9 urnas das 216, no BRASIL 4 das 80 e no URUGUAI 1 das 33. Se quiser acompanhar os resultados veja no site: http://politiche2008.interno.it/
Como havia dito anteriormente o único partido que elegeria candidatos residentes no Brasil seria o PD, e isto se confirma com a eleição de Fabio Porta. Nenhum dos outros candidatos aqui residentes - mesmo tendo tido algumas belas votações - foi eleito e o que fez foi somente levar votos para os candidatos argentinos, afinal das 5 vagas 4 foram preenchidas por eles. Fiz 9.749 votos o que, considerando a inexperiência, poucos recursos, tempo escasso e a catastrófica greve dos correios, considero uma grande vitória, pois fui a 11ª candidata mais votada em toda a América Meridional.
A greve teve um papel muito relevante pois toda a minha correspondência - que havia sido estratégicamente programada para chegar junto com os votos nas casas dos eleitores – não chegou ou chegou com grande atraso. Parte dos envelopes apra o voto também. E, para piorar ainda mais a situação, boa parte dos votos não retornou ao consulado geral da Itália em tempo. Posso dar o exemplo de Porto Alegre, que acompanhei pessoalmente. Em 2006 tinhamos 26 mil eleitores e retornaram 20 mil envelopes para o consulado, ou seja 76%. Em 2008 tinhamos 31 mil eleitores e retornaram 15 mil envelopes, ou seja, menos de 50%. Prevendo que com a campanha toda o número de votantes iria subir a perda foi enorme. Nas outras circunscrições do Brasil a perda foi bem menor e isto me leva a crer que matematicamente fui a candidata mais prejudicada.
O lado positivo de toda esta luta foi ver que muitos pensavam como eu e que acreditaram na simplicidade e clareza de minhas propostas. Algumas delas não dependem de eleição e vamos tentar seguir com este movimento e realizá-las assim mesmo.
Seguirei com este blog ativo trazendo notícias a todos sobre a atuação do nosso deputado Fabio Porta, das atividades
Consulares em geral e de matérias que possam interessar os oriundos. Se tiverem dúvidas ou sugestões ficarei a disposição para tentar esclarecer e informar.
América Meridional: Fabio Porta (PD) - único candidato eleito que é residente no Brasil -, Ricardo Merlo (Maie) e Giuseppe Angeli (Pdl), deputados e Esteban Juan Caseli (Pdl) e Mirella Giai (Maie), senadores.
Europa: Laura Garavini, Franco Narducci e Giovanni Farina (Pd), Aldo Di Biagio e Guglielmo Picchi (Pdl) e Antonio Razzi (Idv), deputados e Claudio Micheloni (Pd) e Nicola Paolo Di Girolamo (Pdl), senadores.
América Sententrional e Central: Gino Bucchino (Pd) e Amato Berardi, deputados e Basílio Giordano (Pdl), senador.
África, Ásia, Oceania e Antáritida: Marco Fedi, deputado e Nino Randazzo (Pd), senador.
Na Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Perú e Venezuela o escrutínio já è definitivo mas na ARGENTINA ainda faltam 9 urnas das 216, no BRASIL 4 das 80 e no URUGUAI 1 das 33. Se quiser acompanhar os resultados veja no site: http://politiche2008.interno.it/
Como havia dito anteriormente o único partido que elegeria candidatos residentes no Brasil seria o PD, e isto se confirma com a eleição de Fabio Porta. Nenhum dos outros candidatos aqui residentes - mesmo tendo tido algumas belas votações - foi eleito e o que fez foi somente levar votos para os candidatos argentinos, afinal das 5 vagas 4 foram preenchidas por eles. Fiz 9.749 votos o que, considerando a inexperiência, poucos recursos, tempo escasso e a catastrófica greve dos correios, considero uma grande vitória, pois fui a 11ª candidata mais votada em toda a América Meridional.
A greve teve um papel muito relevante pois toda a minha correspondência - que havia sido estratégicamente programada para chegar junto com os votos nas casas dos eleitores – não chegou ou chegou com grande atraso. Parte dos envelopes apra o voto também. E, para piorar ainda mais a situação, boa parte dos votos não retornou ao consulado geral da Itália em tempo. Posso dar o exemplo de Porto Alegre, que acompanhei pessoalmente. Em 2006 tinhamos 26 mil eleitores e retornaram 20 mil envelopes para o consulado, ou seja 76%. Em 2008 tinhamos 31 mil eleitores e retornaram 15 mil envelopes, ou seja, menos de 50%. Prevendo que com a campanha toda o número de votantes iria subir a perda foi enorme. Nas outras circunscrições do Brasil a perda foi bem menor e isto me leva a crer que matematicamente fui a candidata mais prejudicada.
O lado positivo de toda esta luta foi ver que muitos pensavam como eu e que acreditaram na simplicidade e clareza de minhas propostas. Algumas delas não dependem de eleição e vamos tentar seguir com este movimento e realizá-las assim mesmo.
Seguirei com este blog ativo trazendo notícias a todos sobre a atuação do nosso deputado Fabio Porta, das atividades
Consulares em geral e de matérias que possam interessar os oriundos. Se tiverem dúvidas ou sugestões ficarei a disposição para tentar esclarecer e informar.
10 de abril de 2008
Seja qual for o resultado, sinto que tenho importantes tarefas a cumprir junto à nossa comunidade
Acabou, nesta quinta-feira (10), às 16h, o episódio eleitoral. A campanha foi bastante trabalhosa e angustiante para esta inexperiente candidata de poucos recursos. O trabalho era esperado, e até já tinha previsto um afastamento das atividades que retomei apenas após o término das eleições, às 17h, aqui no Brasil, com a atendimento ao meu primeiro casal apressado de oriundi pós-eleição... A angústia é que era desnecessária, mas surgiu de um fator inteiramente fora de nosso controle.
No momento em que distribuíamos o único material de campanha pelo Correio, o qual deveria chegar junto com o envelope eleitoral, este, o Correio, entrou em greve. Não sabemos até agora a extensão do estrago, sabemos somente que os argentinos abriram champanhe e trocaram brindes na certeza de uma vitória ampla. O que fazer? Procuramos reagir utilizando o telefone e a Internet, mas talvez todo esse esforço tenha resultado inútil se o voto não chegou na casa de nosso eleitor. Sabemos que um bom número não chegou, ou chegou tarde demais.
Poderíamos estar penalizados, com a grande diminuição do número de votos que retornaram aos consulados e o grande risco de não eleger um representante residente no Brasil, afinal, só no RS, onde resido, o percentual de votantes despencou de 76% em 2006, para 50% em 2008, apesar dos esforços desmedidos do cônsul Barbaro. Porém, independente do resultado, estou feliz pelo reconhecimento do trabalho e por encontrar tantas pessoas que compartilhavam das mesmas idéias e que se dispuseram a trilhar junto o caminho. São novos amigos conquistados, novas perspectivas e muito aprendizado.
No próximo dia 15, começa a contagem dos votos na Itália. Qualquer de nossos companheiros do PD que alcançar uma vaga, no Brasil ou nos outros países da América do Sul estará conquistando uma vitória para o Partito Democrático. Eu, seja qual for o resultado, sinto que tenho importantes tarefas à cumprir em meu trabalho junto à nossa comunidade.
A luta continua, pois o que fiz neste pleito reflete simplesmente as necessidades que o meu cotidiano de trabalho gera. Já o PD escreve outra história: de democracia partidária; de respeito; de construção coletiva do um projeto; de defesa incansável dos direitos dos cidadãos.
Quero agradecer a cada um e a cada uma que durante a campanha participou com seu voto, seu apoio ou até com aquela reclamação justa e construtiva que sempre ajuda e faz refletir.
Agora quero, com o teu apoio e tua participação, construir uma estratégia que, se não nestas, nas próximas eleições, leve um oriundo para o parlamento italiano. Além disso, quero, com a ajuda de cada italiano e italiana da América do Sul, um PD cada vez mais presente na vida da nossa comunidade.
Deixo aqui o meu reconhecimento e agradecimento à militância, ao empenho e ao trabalho das ítalo-brasileiras e dos ítalo-brasileiros que acreditaram no projeto do PD e que se mobilizaram; aos amigos e amigas das associações, entidades e comunidade italiana, que estiveram conosco nesta empreitada na qual tenho somente a certeza de que os votos que obtivermos foram conquistados a partir da dedicação voluntária e generosa deles.
Continuarei trabalhando, buscando com vocês a necessária igualdade de tratamento aos italianos que residem no exterior, pois, como disse e repito, não somos, aliás, nunca fomos, italianos de 2ª categoria.
No momento em que distribuíamos o único material de campanha pelo Correio, o qual deveria chegar junto com o envelope eleitoral, este, o Correio, entrou em greve. Não sabemos até agora a extensão do estrago, sabemos somente que os argentinos abriram champanhe e trocaram brindes na certeza de uma vitória ampla. O que fazer? Procuramos reagir utilizando o telefone e a Internet, mas talvez todo esse esforço tenha resultado inútil se o voto não chegou na casa de nosso eleitor. Sabemos que um bom número não chegou, ou chegou tarde demais.
Poderíamos estar penalizados, com a grande diminuição do número de votos que retornaram aos consulados e o grande risco de não eleger um representante residente no Brasil, afinal, só no RS, onde resido, o percentual de votantes despencou de 76% em 2006, para 50% em 2008, apesar dos esforços desmedidos do cônsul Barbaro. Porém, independente do resultado, estou feliz pelo reconhecimento do trabalho e por encontrar tantas pessoas que compartilhavam das mesmas idéias e que se dispuseram a trilhar junto o caminho. São novos amigos conquistados, novas perspectivas e muito aprendizado.
No próximo dia 15, começa a contagem dos votos na Itália. Qualquer de nossos companheiros do PD que alcançar uma vaga, no Brasil ou nos outros países da América do Sul estará conquistando uma vitória para o Partito Democrático. Eu, seja qual for o resultado, sinto que tenho importantes tarefas à cumprir em meu trabalho junto à nossa comunidade.
A luta continua, pois o que fiz neste pleito reflete simplesmente as necessidades que o meu cotidiano de trabalho gera. Já o PD escreve outra história: de democracia partidária; de respeito; de construção coletiva do um projeto; de defesa incansável dos direitos dos cidadãos.
Quero agradecer a cada um e a cada uma que durante a campanha participou com seu voto, seu apoio ou até com aquela reclamação justa e construtiva que sempre ajuda e faz refletir.
Agora quero, com o teu apoio e tua participação, construir uma estratégia que, se não nestas, nas próximas eleições, leve um oriundo para o parlamento italiano. Além disso, quero, com a ajuda de cada italiano e italiana da América do Sul, um PD cada vez mais presente na vida da nossa comunidade.
Deixo aqui o meu reconhecimento e agradecimento à militância, ao empenho e ao trabalho das ítalo-brasileiras e dos ítalo-brasileiros que acreditaram no projeto do PD e que se mobilizaram; aos amigos e amigas das associações, entidades e comunidade italiana, que estiveram conosco nesta empreitada na qual tenho somente a certeza de que os votos que obtivermos foram conquistados a partir da dedicação voluntária e generosa deles.
Continuarei trabalhando, buscando com vocês a necessária igualdade de tratamento aos italianos que residem no exterior, pois, como disse e repito, não somos, aliás, nunca fomos, italianos de 2ª categoria.
7 de abril de 2008
UM ÚLTIMO APELO Á COMUNIDADE ITALO-BRASILEIRA
UM ÚLTIMO APELO Á COMUNIDADE ITALO-BRASILEIRA:
VOTEM OU FICAREMOS SEM UM REPRESENTANTE NA ITÁLIA!
Tenho visto muitas batalhas individuais entre candidatos e fico admirada com tal perda de tempo. Deveriamos estar alinhados pensando na comunidade e não desviando a atenção do eleitor num momento tão grave.
Temos que nos unir num mutirão, independente de partido e de candidato e fazer um último esforço para mobilizar eleitores que ainda não tenham votado. Nossa comunidade italiana, a maior do mundo fora da Itália está correndo um grave risco de ficar sem um representante na Itália!
Na eleição de 2006 160 mil italo-argentinos votaram, mais que o dobro dos 66 mil italo-brasileiros. A crise foi agravada pela greve dos correios e está sendo confirmada pelos números. Espera-se que o retorno dos correios à quase normalidade possa reverter a situação.
Não se pretende que uma comunidade grande com a Argentina vá ficar sem seus representantes, afinal eles tem uma comunidade de 15 milhões de italo-argentinos, mas nossa comunidade, de 28 milhões, também não tem merece ser representada?
Ainda teríamos chance de eleger representantes se, nas próximas horas votarmos em massa atingindo o "quorum" mínimo para eleger pelo menos um senador e um deputado.
Objetivamente, quais as chances das listas na América Latina?
As listas La Sinistra Arcobaleno, La Destra, Consumatori Civici Italiani, UDC e Partido Socialista tem possibilidades escarsas pois não chegaram a somar 10 mil votos em conjunto em 2006.
As que possuem mais chances são as listas do Partito Democratico, Movimento Associativo Italiano, Associazioni Italiane in Sudamerica e Il Popolo della Libertà.
Dentre estas quais tem força para eleger um representante residente no Brasil?
1 - Partito Democratico:
Senado: Edoardo Pollastri (18.506 votos em 2006) disputa com dois argentinos que nunca concorreram e com um uruguaio. Ele é o único brasileiro que lidera uma lista na eleição.
Câmara: Fabio Porta (15.608 votos em 2006) e Claudia Antonini disputam com a venezuelana Mariza Bafile (17.763 votos em 2006) mas há esperança: A Venezuela tem 58.598 eleitores e o Brasil 192.860 e além disso a candidata Bafile tinha obtido 6 mil votos em Rosário porque estava aliada à argentina Mirela Giai que, neste ano mudou de lista.
2 - Il Popolo della Libertà:
Senado: Antonio Aldo Chianello, que disputa com o poderoso Juan Caselli, argentino. A argentina tem 440 mil eleitores contra os 192 brasileiros. Em 2006 esta lista não elegeu senadores.
Câmara: Andrea Ruggeri disputa com o argentino Giuseppe Angeli (11.443 votos em 2006). Além disso, Ruggeri defende o reconhecimento da cidadania vínculado ao conhecimento da língua italiana. Porque a comunidade italiana formada em mais de 90% por descendentes nascidos aqui votaria nele? Em 2004 este candidato não conseguiu sequer reunir 200 firmas para concorrer ao Comites de SP.
3 - Associazioni Italiane in Sudamerica:
Senado: Adriano Bonaspetti e Petruzzielo disputam com o argentino Luigi Pallaro (49.903 votos em 2006).
Câmara: Claudio Pieroni e Stefano Andrini disputam com a argentina Felisa Pomilio (9320 votos em 2006).
4 - Movimento Associativo Italiano:
Senado: Itamar Benedett e Carlos Iotti disputam com a argentina Mirella Giai (19.700 votos em 2006).
Câmara: Gianni Boscolo e Luis Molossi disputam com o argentino Ricardo Merlo (43.057 votos em 2006).
ITALO-BRASILEIROS, MOSTREM A FORÇA DE 28 MILHÕES DE ITALIANOS E DESCENDENTES!
O ultimo dia para votar no Consulado é 10/04/08, 5ª, até às 16h, por correio vote já, ou seu voto pode não chegará em tempo!
VOTEM OU FICAREMOS SEM UM REPRESENTANTE NA ITÁLIA!
Tenho visto muitas batalhas individuais entre candidatos e fico admirada com tal perda de tempo. Deveriamos estar alinhados pensando na comunidade e não desviando a atenção do eleitor num momento tão grave.
Temos que nos unir num mutirão, independente de partido e de candidato e fazer um último esforço para mobilizar eleitores que ainda não tenham votado. Nossa comunidade italiana, a maior do mundo fora da Itália está correndo um grave risco de ficar sem um representante na Itália!
Na eleição de 2006 160 mil italo-argentinos votaram, mais que o dobro dos 66 mil italo-brasileiros. A crise foi agravada pela greve dos correios e está sendo confirmada pelos números. Espera-se que o retorno dos correios à quase normalidade possa reverter a situação.
Não se pretende que uma comunidade grande com a Argentina vá ficar sem seus representantes, afinal eles tem uma comunidade de 15 milhões de italo-argentinos, mas nossa comunidade, de 28 milhões, também não tem merece ser representada?
Ainda teríamos chance de eleger representantes se, nas próximas horas votarmos em massa atingindo o "quorum" mínimo para eleger pelo menos um senador e um deputado.
Objetivamente, quais as chances das listas na América Latina?
As listas La Sinistra Arcobaleno, La Destra, Consumatori Civici Italiani, UDC e Partido Socialista tem possibilidades escarsas pois não chegaram a somar 10 mil votos em conjunto em 2006.
As que possuem mais chances são as listas do Partito Democratico, Movimento Associativo Italiano, Associazioni Italiane in Sudamerica e Il Popolo della Libertà.
Dentre estas quais tem força para eleger um representante residente no Brasil?
1 - Partito Democratico:
Senado: Edoardo Pollastri (18.506 votos em 2006) disputa com dois argentinos que nunca concorreram e com um uruguaio. Ele é o único brasileiro que lidera uma lista na eleição.
Câmara: Fabio Porta (15.608 votos em 2006) e Claudia Antonini disputam com a venezuelana Mariza Bafile (17.763 votos em 2006) mas há esperança: A Venezuela tem 58.598 eleitores e o Brasil 192.860 e além disso a candidata Bafile tinha obtido 6 mil votos em Rosário porque estava aliada à argentina Mirela Giai que, neste ano mudou de lista.
2 - Il Popolo della Libertà:
Senado: Antonio Aldo Chianello, que disputa com o poderoso Juan Caselli, argentino. A argentina tem 440 mil eleitores contra os 192 brasileiros. Em 2006 esta lista não elegeu senadores.
Câmara: Andrea Ruggeri disputa com o argentino Giuseppe Angeli (11.443 votos em 2006). Além disso, Ruggeri defende o reconhecimento da cidadania vínculado ao conhecimento da língua italiana. Porque a comunidade italiana formada em mais de 90% por descendentes nascidos aqui votaria nele? Em 2004 este candidato não conseguiu sequer reunir 200 firmas para concorrer ao Comites de SP.
3 - Associazioni Italiane in Sudamerica:
Senado: Adriano Bonaspetti e Petruzzielo disputam com o argentino Luigi Pallaro (49.903 votos em 2006).
Câmara: Claudio Pieroni e Stefano Andrini disputam com a argentina Felisa Pomilio (9320 votos em 2006).
4 - Movimento Associativo Italiano:
Senado: Itamar Benedett e Carlos Iotti disputam com a argentina Mirella Giai (19.700 votos em 2006).
Câmara: Gianni Boscolo e Luis Molossi disputam com o argentino Ricardo Merlo (43.057 votos em 2006).
ITALO-BRASILEIROS, MOSTREM A FORÇA DE 28 MILHÕES DE ITALIANOS E DESCENDENTES!
O ultimo dia para votar no Consulado é 10/04/08, 5ª, até às 16h, por correio vote já, ou seu voto pode não chegará em tempo!
6 de abril de 2008
BRASIL CORRE O RISCO DE FICAR SEM REPRESENTANTE NO PARLAMENTO ITALIANO!
ALERTA! PESQUISA CONFIRMA:
O baixo número de votos pode prejudicar o PD, único com chances de eleger candidatos ítalo-brasileiros!
Pesquisa reservada, encomendada por um partido a um Instituto latino-americano, confirma o grave risco de não eleger nossos candidatos.
Conforme dados (não divulgados oficialmente porque a lei italiana proíbe antes da eleição) os argentinos podem eleger todos os parlamentares da América do Sul.
Isto porque até sábado 40% dos eleitores já tinham votado lá e no Brasil só 20%.
Esta tendência , piorada pela greve dos correios, causaria:
- A perda da vaga ao Senado, que passaria de POLLASTRI(PD) à Giai (Lista Merlo);
- O sucesso dos argentinos, que ultrapassaria em votos os brasileiros do PD.
Outras chapas (Berlusconi, Pallaro, Merlo...) não teriam como eleger candidatos daqui, já que os cabeças de listas são todos argentinos e se elegeriam fácil.
A PESQUISA APONTA QUE AINDA HÁ GRANDE CHANCE PARA OS ITALO-BRASILEIROS
SE, NAS PRÓXIMAS HORAS NÓS VOTARMOS EM MASSA EM
POLLASTRI, PORTA e ANTONINI,
atingindo o “quorum” mínimo para eleger senador e um deputado.
ÍTALO-BRASILEIROS, É NOSSA ÚNICA CHANCE PARA NÃO FICAR FORA!
VOTEM PARTIDO DEMOCRATICO (PD)
CEDULA VERDE (SENADO): POLLASTRI
CEDULA MARROM (CAMARA): ANTONINI e PORTA
O ultimo dia para entregar o voto no Consulado é 10/04, quinta, até às 16h,
por correio a sugestão é votar no MÁXIMO até 08/04, segunda!
ACORDEM ITALO-BRASILEIROS,
MOSTREM A FORÇA DE 28 MILHÕES DE ITALIANOS E DESCENDENTES!
O baixo número de votos pode prejudicar o PD, único com chances de eleger candidatos ítalo-brasileiros!
Pesquisa reservada, encomendada por um partido a um Instituto latino-americano, confirma o grave risco de não eleger nossos candidatos.
Conforme dados (não divulgados oficialmente porque a lei italiana proíbe antes da eleição) os argentinos podem eleger todos os parlamentares da América do Sul.
Isto porque até sábado 40% dos eleitores já tinham votado lá e no Brasil só 20%.
Esta tendência , piorada pela greve dos correios, causaria:
- A perda da vaga ao Senado, que passaria de POLLASTRI(PD) à Giai (Lista Merlo);
- O sucesso dos argentinos, que ultrapassaria em votos os brasileiros do PD.
Outras chapas (Berlusconi, Pallaro, Merlo...) não teriam como eleger candidatos daqui, já que os cabeças de listas são todos argentinos e se elegeriam fácil.
A PESQUISA APONTA QUE AINDA HÁ GRANDE CHANCE PARA OS ITALO-BRASILEIROS
SE, NAS PRÓXIMAS HORAS NÓS VOTARMOS EM MASSA EM
POLLASTRI, PORTA e ANTONINI,
atingindo o “quorum” mínimo para eleger senador e um deputado.
ÍTALO-BRASILEIROS, É NOSSA ÚNICA CHANCE PARA NÃO FICAR FORA!
VOTEM PARTIDO DEMOCRATICO (PD)
CEDULA VERDE (SENADO): POLLASTRI
CEDULA MARROM (CAMARA): ANTONINI e PORTA
O ultimo dia para entregar o voto no Consulado é 10/04, quinta, até às 16h,
por correio a sugestão é votar no MÁXIMO até 08/04, segunda!
ACORDEM ITALO-BRASILEIROS,
MOSTREM A FORÇA DE 28 MILHÕES DE ITALIANOS E DESCENDENTES!
3 de abril de 2008
INSTRUÇÕES SOBRE COMO VOTAR
Dentro de envelope eleitoral, você encontrará duas células eleitorais de cores diferentes: uma verde para o Senado...

e outra marrom para a Câmara de Deputados.

Encontrará também encontrará dois envelopes - um INTEIRAMENTE BRANCO e OUTRO MAIOR, já selado e endereçado,

o certificado eleitoral,

as instruções e a lista dos candidatos.

Para votar para deputado, pegue a cédula verde, faça um X sobre o símbolo do PD, Partito Democratico, e escreva ANTONINI ao lado.

Dobre as cédulas, coloque-as dentro do envelope branco e feche-o. 
Então, coloque o envelope branco fechado e o TAGLIANDO ELETTORALE no envelope maior (CARTA-RESPOSTA).

Feche-o e entregue-o no correio ou PESSOALMENTE no Consulado. NÃO ESCREVA NADA NOS ENVELOPES, ISSO ANULARIA SEU VOTO.
Bom voto!

e outra marrom para a Câmara de Deputados.

Encontrará também encontrará dois envelopes - um INTEIRAMENTE BRANCO e OUTRO MAIOR, já selado e endereçado,

o certificado eleitoral,

as instruções e a lista dos candidatos.
Para votar para senador, pegue a cédula verde, faça um X sobre o símbolo do PD, Partito Democratico, e escreva POLLASTRI ao lado.

Para votar para deputado, pegue a cédula verde, faça um X sobre o símbolo do PD, Partito Democratico, e escreva ANTONINI ao lado.

Dobre as cédulas, coloque-as dentro do envelope branco e feche-o.
Destaque o certificado eleitoral, cortando o papel no local indicado (veja abaixo, logo acima de TAGLIANDO ELETTORALE) há uma linha onde deve ser feito o corte).

Então, coloque o envelope branco fechado e o TAGLIANDO ELETTORALE no envelope maior (CARTA-RESPOSTA).

Feche-o e entregue-o no correio ou PESSOALMENTE no Consulado. NÃO ESCREVA NADA NOS ENVELOPES, ISSO ANULARIA SEU VOTO.
Bom voto!
2 de abril de 2008
28 de março de 2008
Candidatos brasileiros na Itália em campanha
CORREIO DO POVO
PORTO ALEGRE, QUINTA-FEIRA, 27 DE MARÇO DE 2008
Porto Alegre e Caxias visitadas por democratas
Os brasileiros com cidadania italiana começam a escolher seus representantes no Parlamento da Itália. O envio dos envelopes com as cédulas eleitorais e as instruções teve início ontem. Em visita a Porto Alegre e Caxias do Sul, os três candidatos brasileiros pelo Partido Democrático reuniram-se com a comunidade italiana do Estado para divulgar seus planos e suas metas.
Aos não-residentes na Itália, o processo ocorre por correspondência. Os votos deverão chegar aos consulados até as 16h de 10 de abril. As eleições italianas acontecerão em 13 e 14 de abril. Na última eleição, o Brasil conseguiu eleger só um candidato ao Senado: Edoardo Pollastri, natural da Itália e radicado em São Paulo, que tenta a reeleição. Na América do Sul, a maior parte das cadeiras ficou com a Argentina. No encontro com a comunidade italiana no RS, Pollastri estava acompanhado dos dois candidatos a deputados pelo Partido Democrático: Claudia Antonini, da Capital, e Fabio Porta, de São Paulo.
O objetivo foi mobilizar os eleitores, que somam 31 mil no RS. 'Eleger representantes brasileiros é importante para estreitar cada vez mais as relações entre os dois países', frisou Pollastri. Entre as prioridades está a situação dos seis consulados italianos no Brasil, onde 500 mil pedidos de cidadania esperam por decisão devido à falta de recursos humanos, com uma espera que pode chegar a dez anos. A proposta de acelerar os processos é comum entre os candidatos, que defendem as contratações locais.
PORTO ALEGRE, QUINTA-FEIRA, 27 DE MARÇO DE 2008
Porto Alegre e Caxias visitadas por democratas
Os brasileiros com cidadania italiana começam a escolher seus representantes no Parlamento da Itália. O envio dos envelopes com as cédulas eleitorais e as instruções teve início ontem. Em visita a Porto Alegre e Caxias do Sul, os três candidatos brasileiros pelo Partido Democrático reuniram-se com a comunidade italiana do Estado para divulgar seus planos e suas metas.O objetivo foi mobilizar os eleitores, que somam 31 mil no RS. 'Eleger representantes brasileiros é importante para estreitar cada vez mais as relações entre os dois países', frisou Pollastri. Entre as prioridades está a situação dos seis consulados italianos no Brasil, onde 500 mil pedidos de cidadania esperam por decisão devido à falta de recursos humanos, com uma espera que pode chegar a dez anos. A proposta de acelerar os processos é comum entre os candidatos, que defendem as contratações locais.
Partidos brasileiros apoiam os candidatos do PD
Partidos brasileiros apoiam os candidatos clique em Gleisi
25 de março de 2008
Claudia sempre foi uma lutadora
Depoimento de Sergio Seppi, jornalista assessor da presidência da FIERGS, um dos fundadores e ex-presidente do Circolo Trentino de Porto Alegre e natural de Encantado:
"Desde o tempo em que fundamos o Circolo Trentino de Porto Alegre, além da luta constante para a obtenção da cidadania italiana, houve a preocupação em difundir a cultura e o pensamento da italianidade. Dentro deste conceito, dou meu testemunho do trabalho que a Claudia vem realizando há muitos anos, que não tem se limitado as demandas por cidadania.
A Claudia sempre foi uma lutadora, juntamente com entidades e personalidades, para que o Estado italiano, especialmente a sua diplomacia, tenha a sensibilidade de olhar com carinho e atenção aos anseios dos milhões de descendentes, que pleiteiam a cidadania. E este desejo, não é apenas para "morar e viver" na Itália, mas o anseio de proclamar o seu orgulho de serem filhos, netos, bisnetos ou tataranetos de italianos.
Os imigrantes saíram da Itália resolvendo dois problemas para o Estado: o dos italianos que emigraram e dos que ficaram. E a Claudia tem toda a condição de conhecimento, de formação e de cultura para realizar esta tarefa, e agora com o apoio de uma agremiação que pretende renovar a política local, o Partido Democrático, de Veltroni.
O Rio Grande do Sul precisa votar em representantes dignos e que não frequentam páginas policiais, envolvendo a comunidade italiana."
"Desde o tempo em que fundamos o Circolo Trentino de Porto Alegre, além da luta constante para a obtenção da cidadania italiana, houve a preocupação em difundir a cultura e o pensamento da italianidade. Dentro deste conceito, dou meu testemunho do trabalho que a Claudia vem realizando há muitos anos, que não tem se limitado as demandas por cidadania.
A Claudia sempre foi uma lutadora, juntamente com entidades e personalidades, para que o Estado italiano, especialmente a sua diplomacia, tenha a sensibilidade de olhar com carinho e atenção aos anseios dos milhões de descendentes, que pleiteiam a cidadania. E este desejo, não é apenas para "morar e viver" na Itália, mas o anseio de proclamar o seu orgulho de serem filhos, netos, bisnetos ou tataranetos de italianos.
Os imigrantes saíram da Itália resolvendo dois problemas para o Estado: o dos italianos que emigraram e dos que ficaram. E a Claudia tem toda a condição de conhecimento, de formação e de cultura para realizar esta tarefa, e agora com o apoio de uma agremiação que pretende renovar a política local, o Partido Democrático, de Veltroni.
O Rio Grande do Sul precisa votar em representantes dignos e que não frequentam páginas policiais, envolvendo a comunidade italiana."
20 de março de 2008
Artigo de hoje em Zero Hora
Clique aqui para ler a matéria geral.
Depois, bem embaixo, clique em "PDF - Os Candidatos" a fim de conhecer o perfil de cada um deles. Avalie.
Depois, bem embaixo, clique em "PDF - Os Candidatos" a fim de conhecer o perfil de cada um deles. Avalie.
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